Ultrassonografia transvaginal: como é feito o exame e como se preparar
Tudo o que você precisa saber sobre o ultrassom transvaginal: o que é, para que serve, os tipos, preparo para o exame e orientações importantes.

Tudo o que você precisa saber sobre o ultrassom transvaginal: o que é, para que serve, os tipos, preparo para o exame e orientações importantes.
O ultrassom transvaginal é muito importante para detectar complicações presentes no canal vaginal das mulheres e para acompanhar a gestação.
A Alta Diagnósticos sabe que fazer um exame em um local de confiança faz toda a diferença! Prezamos por segurança e confiabilidade de todas as nossas pacientes, oferecemos atendimento de altíssima qualidade e possuímos equipamentos de última tecnologia.
O que é ultrassom transvaginal e para que serve?
O ultrassom transvaginal é um exame de imagem não invasivo, capaz de avaliar o canal vaginal, colo do útero, útero, tubas uterinas (apenas quando estão com problemas que são visíveis) e os ovários da mulher.
As imagens fornecidas pelo exame são de extrema qualidade, o que possibilita observar irregularidades presentes nesses órgãos.
A avaliação serve para diagnosticar possíveis cistos, miomas, adenomiose, infecções, gravidez ectópica e câncer, que podem se tornar casos graves se não diagnosticados previamente.
Já durante a gravidez, o exame pode identificar sinais de aborto, acompanhar os batimentos cardíacos do feto, examinar a saúde da placenta e identificar irregularidades na vagina, dentre outras.
Como funciona o exame transvaginal?
Para realizar o exame transvaginal, a paciente deverá ficar em posição ginecológica, deitada em uma maca com as pernas afastadas e o joelho levemente dobrado.
O médico insere um transdutor com preservativo e lubrificante no canal vaginal, para que facilite a passagem no equipamento, que deverá permanecer de 10 a 15 minutos no canal, podendo se mover para resultar em melhores imagens.
Durante esse tempo, o instrumento utilizado emite ondas sonoras de alta frequência e possibilita a formação das imagens nas estruturas pélvicas. As imagens são diretamente enviadas para um monitor para que seja possível ser avaliada por um profissional.
Pré-requisitos
O único pré-requisito do exame é que deve ser feito por mulheres que já tiveram relação sexual.
Preparo para o ultrassom transvaginal
O exame não exige nenhum preparo específico. As coordenadas são dadas no agendamento e no dia do exame e, geralmente, é apenas necessário que a paciente esteja de bexiga vazia e esteja vestindo um avental clínico que será entregue minutos antes da avaliação.
Ultrassom transvaginal com preparo intestinal
O transvaginal com preparo intestinal é feito em casos de suspeita de endometriose, doença em que o tecido que reveste o útero cresce fora dele.
Ele é similar ao procedimento normal, porém com preparo intestinal; neste caso a mulher recebe alguns medicamentos para reduzir gases e fezes no intestino, para melhor visualização das estruturas.
Contraindicações
O exame é indicado apenas para mulheres que já tiveram relações sexuais.
Tempo de duração
Geralmente o tempo de duração do exame é de 20 a 30 minutos.
Periodicidade do exame
A periodicidade do exame é definida por um profissional de acordo com cada caso, porém é um exame de rotina que serve para diagnosticar precocemente qualquer complicação e o ideal é realizar anualmente.
Quando devo agendar um usg transvaginal?
O ultrassom transvaginal deve ser agendado a pedido de um ginecologista ou obstetra. Durante a gestação, o exame é recomendado para acompanhar o início da gravidez, entre a 6ª e a 12ª semana.
Quais os tipos de ultrassom transvaginal?
No Alta temos vários tipos de ultrassom transvaginal que são responsáveis por identificar inúmeras complicações no canal vaginal da mulher, são eles:
- USG TRANSVAGINAL PARA ENDOMETRIOSE;
- USG TRANSVAGINAL CONTROLE DE OVULAÇÃO;
- USG TRANSVAGINAL TRIDIMENSIONAL;
- ULTRASSONOGRAFIA TRANSVAGINAL PARA NÃO GESTANTES;
- USG OBSTÉTRICA TRIGEMELAR ENDOVAGINAL;
- USG OBSTÉTRICA GEMELAR ENDOVAGINAL;
- USG OBSTÉTRICA MORFOLÓGICA;
- USG OBSTÉTRICO ENDOVAGINAL;
- USG OBSTÉTRICA COM TRANSLUCÊNCIA NUCAL;
- DOPPLER TRANSVAGINAL.
O que os resultados do transvaginal mostram?
Os resultados do exame transvaginal podem indicar inúmeras complicações. Após a coleta é necessário que a paciente leve o laudo para seu ginecologista ou obstetra, que poderão interpretar os exames e auxiliar em possíveis tratamentos.
Confira as principais dúvidas sobre ultrassonografia transvaginal:
Abaixo respondemos as principais dúvidas sobre a ultrassonografia transvaginal:
Transvaginal dói?
O ultrassom transvaginal é indolor. O exame pode ocasionar alguns desconfortos, principalmente em gestantes e deverá ser exposto para o médico.
Pode fazer transvaginal menstruada?
Sim, a menstruação não interfere na realização ou no resultado do exame.
Pode fazer exame transvaginal na gravidez?
Sim. O ultrassom detecta a gravidez e deve ser feito a partir da sexta semana de gestação, que é quando é possível detectar a gravidez.
Qual a diferença entre transvaginal e endovaginal?
Nenhuma. É o mesmo exame com nomes diferentes, porém todo o processo é o mesmo.
O que é transvaginal com doppler?
O transvaginal com doppler possibilita diferenciar melhor as lesões benignas e malignas e avaliar trombose, aneurismas ou varizes. Além disso, na gestação é possível acompanhar o fluxo sanguíneo da mãe para o bebê.
Pode ter relação antes de fazer ultrassom transvaginal?
Sim, o exame pode ser feito depois de uma relação sexual. Não é preciso esperar nenhum período específico para retomar as relações sexuais após a realização do procedimento.
Na verdade, a paciente pode ter relações sexuais tanto antes quanto depois do exame.
Ultrassom transvaginal: preço
Para consultar o preço, obter mais informações sobre o ultrassom transvaginal e localizar o laboratório mais próximo da sua região, basta acessar o Nav Dasa.
Onde fazer o ultrassom transvaginal?
O Alta Diagnósticos, possui unidades em São Paulo e no Rio de Janeiro! Você também pode fazer o exame no conforto da sua casa.
Ultrassom em casa
É possível fazer o ultrassom transvaginal no conforto da sua casa. Para as gestantes, o exame é feito apenas na unidade.
Leia também

SOMP: sintomas, sinais e tratamento
A SOMP (antiga SOP) é uma condição hormonal que afeta de 10 a 13% das mulheres em idade fértil. Conheça os sintomas e sinais.

Hemoglobina Glicada: como funciona o exame e onde fazer
A hemoglobina glicada (HbA1c) revela a média da glicemia dos últimos 3 meses. Saiba o que é, os valores de referência, quando fazer e onde agendar o exame.

Estrogênio: o que é, função e exame para avaliar nível
Além de ser importante para a reprodução feminina, o estrogênio atua sobre outros sistemas do organismo, contribuindo para a saúde óssea, cardiovascular e cerebral.

Vacinas do calendário vacinal adulto (dos 20 anos à terceira idade)
Vacinas do calendário vacinal adulto: saiba quais são indicadas para cada faixa etária e como agendar no Alta Diagnósticos.

Sangramento vaginal anormal: o que pode ser e o que fazer
O sangramento vaginal fora do período menstrual pode ter várias causas. Saiba o que pode ser, quando é sinal de alerta e quais exames investigam a causa.

Vacina Herpes zóster: quem pode tomar, preço e doses
A vacina herpes zóster (Shingrix) é recomendada para adultos acima de 50 anos e pessoas a partir de 18 anos que tenham risco aumentado para herpes zóster (como as imunossuprimidas).

Vacina HPV nonavalente: proteção contra o vírus do HPV
Tire suas dúvidas sobre a vacina HPV, disponível para proteger homens e mulheres do Papilomavírus Humano. Veja quem deve tomar, preço e onde se vacinar!

Beyfortus (Nirsevimabe): proteção contra o VSR
Beyfortus (Nirsevimabe) é um medicamento que oferece proteção específica contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Saiba mais e agende agora!

Lecanemabe: como o novo medicamento de Alzheimer age
Lecanemabe: medicamento aprovado no Brasil é capaz de desacelerar a progressão do Alzheimer. Saiba como age, quem pode usar e onde fazer o tratamento.

Baixa densidade óssea: o que é, causas, sintomas e tratamento
Em um quadro de baixa densidade óssea, a quantidade de minerais diminui na estrutura dos ossos, deixando-os mais frágeis e suscetíveis a fraturas.